Ela sonha a todo instante. Quer algo, mas não sabe ainda o que exatamente. Está na porta de casa e resolve sair, anda um pouco pela rua como se tivesse a procura de algo, acabou de cair uma longa chuva, escorre água pelos cantos da calçada. Seus pés se molham, mas ela não se importa e continua a caminhar. É quase noite, poucas pessoas nas ruas. Seu telefone toca e uma voz diz; -ei, te amo.
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