Interessante e confuso o desejo de querer bem a uma pessoa. No instante em que se percebe que o sentimento já é forte demais, que o afeto se prolonga durante os dias. O fato de não haver troca de palavras e sim apenas olhares, sufoca, pois a vontade de dizer é grande. Apenas no olhar, no ouvir e no entender notou-se o interesse. Não pelo desejo momentâneo e sim pelo tudo que se mostrava ser e que poderia ser. A cada instante um tom de curiosidade, quando distante uma saudade gritante, quando perto um momento rápido e único. Agora nem mais o ouvir existirá, nem os olhares e sim horas de eterna curiosidade pelo que nunca houve e por tudo que houve.
"Quando se quer bem a uma pessoa, a presença dela conforta. Só a presença, não é necessário mais nada." Graciliano Ramos
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